quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Trabalho com o qual participo da mostra " Somos todos Iguais". Centro Cultural Justiça Federal, Av. Rio Branco 241, Centro , Rio de Janeiro.. A mostra permanecerá até o dia 21 de outubro 2018. "Em 18 de março de 2014, Claudia Ferreira Silva, 38 anos, foi morta a tiros pela PM do Rio, mas antes, ainda com vida, seu corpo foi jogado dentro de um camburão e a porta se abriu durante o percurso, arrastando seu corpo por 350 metros. O caso se tornou um escândalo internacional, justamente durante o período de pré-produção da exposição Tabuleiros, de Leila Pugnaloni, que muito tocada com a tragédia, fez esta singela homenagem em memória da vítima." ( Marco Antonio Teobaldo -curador)
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
"Somos todos iguais "Por ocasião da celebração do septuagésimo aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, assinada em 10 de dezembro de 1948, com o objetivo de garantir os direitos básicos do ser humano, o Centro Cultural Justiça Federal elaborou uma extensa programação sobre o tema e nos convidou para ocuparmos todas as galerias do segundo andar de seu prédio histórico, para que um diversificado grupo de artistas pudesse responder a este chamado, cujo título da exposição transita entre uma suposta afirmação e uma provável pergunta. Afinal, somos todos iguais? Pintura, desenho, escultura, objetos, instalações, fotografias e arte urbana tomam conta de todo espaço, sem que os ambientes sejam divididos por suas técnicas, onde as obras se agrupam de forma que os mais diferentes recortes, que são tão emergentes em nossas vidas, se conectem como histórias que se cruzam, tal qual acontece no mundo real. Por todo o percurso da mostra, o visitante é lembrado sobre a equidade de direitos de cada cidadão: os indígenas e comunidades tradicionais, as crianças, os negros, as mulheres, os transgêneros, os homossexuais, os excluídos e todos aqueles que sofrem alguma forma de preconceito. Neste sentido, a partir do senso de justiça e liberdade, a exposição se apresenta como um convite para exercitarmos indistintamente o respeito a todas as pessoas." ( Marco Antonio Teobaldo ) Artistas participantes: Alex Ferro, André Bauduin, Angela Câmara Correia, Sérgio Moreira, Artur Artur 'kjá, Bob N, Bruno Iltan, Cecília Cipriano, Daniela Dacorso, Eduardo Denne, Francisco Valdean, Fuso Coletivo, , Geleia da Rocinha, Greitte Pereira, Herberth Sobral, Leila Pugnaloni,Luciano Cian, Mag Magrela, Monica Alencar, Ozi Stncl, Patricia Francisco, PauloCarapunarlo, Róger Bens Culturais, Roger Cipó, Rosana Paulino,Sérgio Adriano H. , Tia Lúcia, Tulio Dek, Walmin Dagrota, Wuelyton Ferreira.
sábado, 14 de abril de 2018
Arte pró-resistência
Jornal do BrasilMÔNICA RIANImonica.riani@jb.com.br
Como de hábito, desde 2012, a cada bimestre uma exposição é inaugurada na Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea, no Instituto Pretos Novos (IPN), na Gamboa. No próximo sábado, a rotina ganha tintas de protesto. Neste 14 de abril, completa-se o primeiro mês do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, até agora sem elucidação.
Esta e outras tragédias onipresentes na atualidade motivam a exposição “Absurdo é ter medo”, com fotografias, objetos, esculturas, pinturas e desenhos assinados por 20 artistas de todo o país. A visitação será aberta ao público no dia 17.
A ideia surgiu no final de março, numa conversa entre o Fuso Coletivo, de Artur Kja e Luciano Cian, e o curador Marco Antonio Teobaldo, diretor do IPN. Decidiram lançar uma convocatória para artistas de todo o Brasil, a partir da indagação: qual é o papel do seu trabalho como ativismo e manifestação sociopolítica diante deste caos no Rio de Janeiro?
Fazem parte da exposição obras de Ana Marta Moura, André Bauduin, Bob N, Cecília Cipriano, Daniela Dacorso, Fábio Gimene, o já citado Fuso Coletivo, Heberth Sobral, Gejo, Geleia da Rocinha, Leila Pugnaloni, Mônica Alencar, Ozi, Pedro Carneiro, Roger Bens Culturais, Sérgio Adriano H, Smael, Tito Senna, Wilbor e Wolmin.
“Temos o dever de colocar a boca no mundo. Há dez anos, ninguém acreditaria que esse cenário de penúria fosse ocorrer no Rio e no Brasil. Houve a construção de bases para reconhecimento da arte, editais públicos, política para fomentar ações culturais no interior do país, enfim. Agora, estão fulminando tudo”, protesta Teobaldo. “O artista não pode ficar alheio a esta situação”.
Luciano Cian, do Fuso Coletivo, faz coro com Teobaldo: “Não se trata de um posicionamento partidário, mas político. Todas as obras estarão à venda. O IPN não recebe mais ajuda de custo da Prefeitura. Como é possível um equipamento cultural reconhecido pela Unesco correr o risco de fechar as portas?”.
Narrativa visual múltipla
A coletiva “Absurdo é ter medo” forma narrativa visual capaz de encadear temas como racismo, feminicídio e outras formas de preconceito, diferenças ideológicas e sociais, além do sentimento de impotência diante de tantas tragédias que saltam aos olhos diariamente. André Bauduin, fotógrafo carioca experiente no mercado publicitário, comparece com uma fotomontagem de um ambulante na praia.
Na placa se lê “Genocídio em curso no Brasil Presente”, em alusão à hashtag “mariellepresente”. De Leila Pugnaloni, carioca que vive e trabalha em Curitiba, desponta um desenho marcante, sugerindo a figura etérea feminina, tendo ao fundo o teleférico do Complexo da Maré, onde Marielle Franco nasceu e foi criada.
Sete revólveres cobrem o corpo na obra “Na mira do bandido”. Daniela Dacorso, artista visual e fotógrafa mineira, criou a série “Totoma”, realizada entre os anos de 1998 e 2008, nos bailes funks do Rio, com a qual criou um estilo próprio e ganhou vários prêmios por seu pioneirismo dentro desta cena cultural carioca. Geleia da Rocinha aborda a presença do Bope numa das muitas incursões pela favela através de uma tela colorida em que a favela é uma mulher de pernas abertas.
A obra é de 2010. Misturando intervenção urbana e performance, o Fuso Coletivo apresenta um “ready-made” (objetos deslocados de sua função real), quase tradução simultânea da cidade. Sobre um tabuleiro de xadrez um peão preto é colocado sozinho de um lado e do outro se acotovelam soldadinhos, aviões e até um dinossauro de plástico. “É uma analogia com a luta de classes e de raça, que se confundem com senso de humor”, explica Cian. A arrecadação pela venda das obras será integralmente destinada à manutenção do Instituto dos Pretos Novos.
“Desta forma é possível uma alternativa à sistemática ação de descaso pelo poder público, desde o ano passado. Em 2016 recebemos um prêmo da Secretaria Municipal de Cultura que nos permitiu registrar em catálogo as realizações dos primeiro cinco anos de trabalho”, afirma Marco Antonio Teobaldo, desde 2012 no cargo de curador.
A Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea é um espaço voltado para exposições e experimentações, no qual os artistas são convidados a entrar em contato com o sítio arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos e desta forma, trazer o pensamento e produção artística para o contexto da história que o local abriga. O Rio é o ponto em comum nas obras de Leila Pugnaloni, Geleia, Róger BensCulturais, Fuso Coletivo e Antonio Sergio Camargo.
Serviço
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Museu Oscar Niemeyer oferece oficina com Leila Pugnaloni. Mais detalhes no link a seguir.
http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=97377
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
quarta-feira, 31 de maio de 2017
sexta-feira, 17 de março de 2017
terça-feira, 14 de março de 2017
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
LEILA NO ACERVO DO MAR
A obra da artista plástica Leila
Pugnaloni agora está também no MAR, o
Museu de Arte do Rio. Duas
pinturas suas foram selecionadas pelo curador Marco Antonio Teobaldo e
pelo crítico Paulo Herkenhoff para compor o acervo permanente do museu.
Inaugurado em 2.013, o MAR já é
uma das principais atrações culturais do Rio de Janeiro. Carioca que veio
adolescente para Curitiba , Leila
iniciou sua carreira nos anos 70 e hoje sua obra está muitas coleções
particulares e instituições, entre elas
o Museu Oscar Niemeyer.
sábado, 12 de novembro de 2016
Currículo resumido
Leila Pugnaloni nasceu no Rio de Janeiro( 1956) e é radicada em Curitiba . Estudou no Colégio Sion de Curitiba, Escola de Belas Artes do Paraná, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, e, em New York, na “Art Students League of New York”.
Principais exposições individuais :
Alphavelas (texto Paulo Leminski), Casa de Cultura Laura Alvim, Rio de Janeiro ,1989
Pinturas (texto Tadeu Chiarelli), Galeria Casa da Imagem Curitiba 1992
Museu Metropolitano de Arte de Curitiba (texto Paulo Herkenhoff) 1995
Galeria Adriana Penteado, São Paulo 1996
Ybakatu Espaço de Arte (texto Paulo Reis) Curitiba, 1998
Planta, Ybakatu Espaço de Arte, Curitiba
Onda, Galeria Colecionador Contemporâneo, Rio de Janeiro (texto Marco Antonio Teobaldo), 2012
Tabuleiros- Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, RJ , 2014
Desenhos- Solar do Rosário , Curitiba ,2014
Desenhos - Galeria Arq/ Art, Curitiba ,2016
Principais Coletivas:
I Feira de Cultura Brasileira, MAC , São Paulo 1983
Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo 1984
Traço e Volume, Fundação Armando Alvares Penteado, SP 1985
Caligrafias e Escrituras, FUNARTE, Rio de Janeiro 1985
Sete Pintores Contemporâneos do Paraná, IBEU-Rio de Janeiro e MAC-Curitiba 1986
Conexão Urbana II, Estação Madame Satã, São Paulo-SP 1986
XV Salão Nacional de Artes Plásticas, RJ 1995
Prêmio Aquisição Salão Paranaense 1995
Dezenove Cabeças, Adriana Penteado Arte Contemporânea, São Paulo 1999
III Bienal do Mercosul, Porto Alegre, RS ( 2001)
Faxinal das Artes - programa de residência para artistas, Secretaria do Estado e da Cultura curadoria Agnaldo Faria e Fernando Bini , 2002
Onze, Galeria Colecionador Contemporâneo, curadoria Marco Antonio Teobaldo, Rio de Janeiro.(2011)
Bienal Internacional de Curitiba ( 2013)
Coletiva Estação das Artes /Oficina Desenho em Movimento, PROJAC, Rede Globo (curadoria Marco A. Teobaldo) 2013
Mostra do acervo Museu Oscar Niemeyer ( 2016)
Obras em Acervos:
Museu de Arte do Rio- M.A.R.
Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
Museu de Arte contemporânea do Paraná
Fundação Cultural de Curitiba
Museu Oscar Niemeyer, Curitiba
Textos críticos:
Adalice Araújo, Darel Valença, Ennio Marques Ferreira, Fernando Bini, Manoel Carlos Karam, Nilza Procopiak, Paulo Leminski, Paulo Herkenhoff, Paulo R. O. Reis, Tadeu Chiarelli , Marco Antonio Teobaldo.
Bibliografia da artista:
Catálogo da exposição no Museu Metropolitano de Curitiba(1995), texto Paulo Herkenhoff
Catálogo da exposição Galeria Casa da Imagem (1992), texto Tadeu Chiarelli
Catálogo da III Bienal do Mercosul, Porto Alegre,2001, pág.121
Dicionário das Artes Plásticas do Paraná, Adalice Maria de Araújo,Síntese da História da Arte no Paraná, Edição do autor,2006-
Dicionário de Pintores Brasileiros - Walmir Ayala, Segunda Edição Revisada e Ampliada - Editora UFPR, pág. 326.
Arte Internacional Brasileira, Tadeu Chiarelli, págs. 93, 95, 210. Lemos, Editorial.
O bandido que sabia latim, Toninho Vaz, Ed. Record, pág. 272. 2001
Passeio pela pintura paranaense, Maria José Justino, Ed. UFPR, 2002, pág. 134
Leila Pugnaloni, o passeio do olhar, Fernando Bini, 2003
“40 Anos de Amistoso Envolvimento com a Arte”, de Ennio Marques Ferreira, 2006; pág. 95
“Longa Vida”, Armando Freitas Filho, Rio de Janeiro , Ed. Nova fronteira, 1982(Coleção Poiesis),;pág. 97;
2007-Leila Pugnaloni( livro de desenhos)-texto de Nilza Procopiak- :Traços da Alma;Fundação Cultural de Curitiba;
Traços de Luz-os caminhos da arte de Leila Pugnaloni- Fotos de Ana Barrios; Texto de Manoel Carlos Karam, Fundação Cultural de Curitiba.
O Corpo na Cidade, Paulo R. O. Reis, Ed. Ideograma, pág. 84, 2010
domingo, 6 de novembro de 2016
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
sábado, 30 de julho de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
sábado, 25 de junho de 2016
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